26.12.06

GOTAS DE AMOR

28.11.06

GOTAS DE AMOR

26.6.06

GOTAS DE AMOR

22.6.06

AS FLORES E

Por vezes, vou ao jardim
e, lá, encontro as flores
sorrindo para mim.
Mas, eu não troco graça
com elas, porque não
fui lá para ver o cravo,
a rosa ou o jasmim.
Eu tenho é mágoa das
flores, porque elas roubaram
o perfume do sorriso que
você guardou para mim.

Wenceslau da Cunha




SORRIA, SEJA FELIZ!

Há pessoas que acham que o seu caminho é feito de pedras e sofre com isso. Na verdade, a vida não nos oferece caminhos acolchoados de algodão, pois em nossos passos pela estrada da vida não se colhem somente flores, há espinhos também que, por vezes, nos ferem e nos deixam marcas indeléveis.

Diante dos desafios temos que imitar os rios, irmos em frente passando por cima dos obstáculos ou contornando aqueles que não nos é possível suplantá-los. Os rios, apesar das dificuldades encontradas no seu trajeto, não recuam; mas, seguem o seu destino ultrapassando todas as dificuldades em direção ao seu objetivo: chegar ao oceano. Espalham vida por onde passam e murmuram uma canção exaltando gratidão ao Criador, por haver existido. Não se lamenta da sorte nunca e, ainda, carrega em seu colo irmãos menores que, sozinhos, seriam tragados pelo solo estorricado e mortos antes de abraçar o mar.

A natureza é cheia de exemplos de ousadia, de encorajamento, de perseverança e de abnegação. O certo é que as dificuldades não se mostram pequenas nem transitórias quando baixamos a cabeça. Mas, quando o nosso trajeto pelas sendas da vida se nos apresentam intransponíveis, buscamos forças em nosso Criador e, amparado em seu poder, sentimo-nos guiados em nossos passos, nossa cabeça se ergue e aclarados ficam nossos caminhos.

Recorrendo a mais um exemplo na natureza, podemos citar o fenômeno que ocorre na vida da soldanela: uma planta que se desenvolve nos Alpes. A soldanela vive coberta de pesados blocos de gelo. Gelo que lhe sufoca, mas ela não se deixa ser asfixiada por ele. A soldanela passa o verão, o inverno e o outono coberta de gelo. Muito gelo. Toneladas de gelo. Apesar disso, a soldanela não se esmorece, não se entrega, não se curva, não se abate. Mesmo coberta pela dureza do castigo, ela se mexe: lança pelos "poros" do gelo as suas raízes frágeis como fios capilares, até a superfície da camada gélida. Ela lança na direção da luz uma, duas, três, centenas, milhares de delgadas raízes, quase imperceptíveis e da luz tira energia e a condensa em seu caule. Essa energia se transforma em força mágica para explodir a massa gélida e romper o peso que lhe rouba a liberdade. E rompe mesmo todo aquele incômodo, de forma espetacular. Vencidos os óbices, na primavera, a soldanela desabrocha em flor das mais belas dos Alpes e a oferece ao seu Criador, agradecendo a existência que fora lhe concedida.

Há momentos que nos sentimos como a soldanela. Parece que toneladas de gelo do desânimo, da angústia, da tristeza e da desesperança estão pesando sobre os nossos ombros, achatando-nos, partindo-nos e transformando-nos em trapos inúteis. Sentimentos de dor, impiedosamente, ferem o nosso peito e machucam o nosso coração. O sorriso nos abandona, faltam-nos alegrias e sobram-nos tristezas. A vida perde o valor, o sorriso transforma-se em pranto, a alegria reverte-se em doída tristeza e as cortinas da solidão nos cobrem de angústia. Nesse estado, não conseguimos ver o colorido da vida, pois as sombras do sofrimento embotam o brilho de nossa existência.

Quando isso nos ocorre, temos que reagir tal qual a soldanela: lançar raízes de fé na direção dos céus, pois Deus nos socorre nesses instantes de angústia. A palavra do Pai diz que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8)”.

Meu caro(a) amigo(a), ore ao Senhor, diante da angústia e restabeleça o brilho de seus olhos, o seu símbolo de alegria, diga: "Senhor da minha retidão, responde-me quando clamo. Na angústia, dá-me alívio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1). Sim, meu caro(a), "para Deus nada é impossível (Lc 1.37). Deus opera o milagre, nos restaura e nos faz feliz para sempre, pois "operando eu, quem impedirá?... Diz o profeta Isaias, referindo-se ao poder de Deus. Creia nisso, segue com passos firmes, caminhando na direção do esplendor de Deus, pois quando viramos as costas para o resplendor da luz divina, só vemos sombras que nos cegam para o bem; porém, o mal fica reluzente diante de nós, querendo nos arrastar para o abismo do sofrimento.

Imita os rios nos seus passos e faça da vida um jardim cheio de soldanelas carregadas de flores perfumadas pelo hálito da bênção de Deus. Deixe exalar o perfume do amor, da fé e da esperança. Se não puder tirar as pedras de seu caminho, transponha-as, como fazem os rios. Enxugue as lágrimas e abra um sorriso como a soldanela o faz e transforme o seu rosto num espelho que reflita a pureza da alegria. Sorria, seja feliz!.


Wenceslau da Cunha
AS FLORES E EU

Por vezes, vou ao jardim
e, lá, encontro as flores
sorrindo para mim.
Mas, eu não troco graça
com elas, porque não
fui lá para ver o cravo,
a rosa ou o jasmim.
Eu tenho é mágoa das
flores, porque elas roubaram
o perfume do sorriso que
você guardou para mim.

Wenceslau da Cunha




SORRIA, SEJA FELIZ!

Há pessoas que acham que o seu caminho é feito de pedras e sofre com isso. Na verdade, a vida não nos oferece caminhos acolchoados de algodão, pois em nossos passos pela estrada da vida não se colhem somente flores, há espinhos também que, por vezes, nos ferem e nos deixam marcas indeléveis.

Diante dos desafios temos que imitar os rios, irmos em frente passando por cima dos obstáculos ou contornando aqueles que não nos é possível suplantá-los. Os rios, apesar das dificuldades encontradas no seu trajeto, não recuam; mas, seguem o seu destino ultrapassando todas as dificuldades em direção ao seu objetivo: chegar ao oceano. Espalham vida por onde passam e murmuram uma canção exaltando gratidão ao Criador, por haver existido. Não se lamenta da sorte nunca e, ainda, carrega em seu colo irmãos menores que, sozinhos, seriam tragados pelo solo estorricado e mortos antes de abraçar o mar.

A natureza é cheia de exemplos de ousadia, de encorajamento, de perseverança e de abnegação. O certo é que as dificuldades não se mostram pequenas nem transitórias quando baixamos a cabeça. Mas, quando o nosso trajeto pelas sendas da vida se nos apresentam intransponíveis, buscamos forças em nosso Criador e, amparado em seu poder, sentimo-nos guiados em nossos passos, nossa cabeça se ergue e aclarados ficam nossos caminhos.

Recorrendo a mais um exemplo na natureza, podemos citar o fenômeno que ocorre na vida da soldanela: uma planta que se desenvolve nos Alpes. A soldanela vive coberta de pesados blocos de gelo. Gelo que lhe sufoca, mas ela não se deixa ser asfixiada por ele. A soldanela passa o verão, o inverno e o outono coberta de gelo. Muito gelo. Toneladas de gelo. Apesar disso, a soldanela não se esmorece, não se entrega, não se curva, não se abate. Mesmo coberta pela dureza do castigo, ela se mexe: lança pelos "poros" do gelo as suas raízes frágeis como fios capilares, até a superfície da camada gélida. Ela lança na direção da luz uma, duas, três, centenas, milhares de delgadas raízes, quase imperceptíveis e da luz tira energia e a condensa em seu caule. Essa energia se transforma em força mágica para explodir a massa gélida e romper o peso que lhe rouba a liberdade. E rompe mesmo todo aquele incômodo, de forma espetacular. Vencidos os óbices, na primavera, a soldanela desabrocha em flor das mais belas dos Alpes e a oferece ao seu Criador, agradecendo a existência que fora lhe concedida.

Há momentos que nos sentimos como a soldanela. Parece que toneladas de gelo do desânimo, da angústia, da tristeza e da desesperança estão pesando sobre os nossos ombros, achatando-nos, partindo-nos e transformando-nos em trapos inúteis. Sentimentos de dor, impiedosamente, ferem o nosso peito e machucam o nosso coração. O sorriso nos abandona, faltam-nos alegrias e sobram-nos tristezas. A vida perde o valor, o sorriso transforma-se em pranto, a alegria reverte-se em doída tristeza e as cortinas da solidão nos cobrem de angústia. Nesse estado, não conseguimos ver o colorido da vida, pois as sombras do sofrimento embotam o brilho de nossa existência.

Quando isso nos ocorre, temos que reagir tal qual a soldanela: lançar raízes de fé na direção dos céus, pois Deus nos socorre nesses instantes de angústia. A palavra do Pai diz que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8)”.

Meu caro(a) amigo(a), ore ao Senhor, diante da angústia e restabeleça o brilho de seus olhos, o seu símbolo de alegria, diga: "Senhor da minha retidão, responde-me quando clamo. Na angústia, dá-me alívio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1). Sim, meu caro(a), "para Deus nada é impossível (Lc 1.37). Deus opera o milagre, nos restaura e nos faz feliz para sempre, pois "operando eu, quem impedirá?... Diz o profeta Isaias, referindo-se ao poder de Deus. Creia nisso, segue com passos firmes, caminhando na direção do esplendor de Deus, pois quando viramos as costas para o resplendor da luz divina, só vemos sombras que nos cegam para o bem; porém, o mal fica reluzente diante de nós, querendo nos arrastar para o abismo do sofrimento.

Imita os rios nos seus passos e faça da vida um jardim cheio de soldanelas carregadas de flores perfumadas pelo hálito da bênção de Deus. Deixe exalar o perfume do amor, da fé e da esperança. Se não puder tirar as pedras de seu caminho, transponha-as, como fazem os rios. Enxugue as lágrimas e abra um sorriso como a soldanela o faz e transforme o seu rosto num espelho que reflita a pureza da alegria. Sorria, seja feliz!.


Wenceslau da Cunha
AS FLORES

Por vezes, vou ao jardim
e, lá, encontro as flores
sorrindo para mim.
Mas, eu não troco graça
com elas, porque não
fui lá para ver o cravo,
a rosa ou o jasmim.
Eu tenho é mágoa das
flores, porque elas roubaram
o perfume do sorriso que
você guardou para mim.

Wenceslau da Cunha




SORRIA, SEJA FELIZ!

Há pessoas que acham que o seu caminho é feito de pedras e sofre com isso. Na verdade, a vida não nos oferece caminhos acolchoados de algodão, pois em nossos passos pela estrada da vida não se colhem somente flores, há espinhos também que, por vezes, nos ferem e nos deixam marcas indeléveis.

Diante dos desafios temos que imitar os rios, irmos em frente passando por cima dos obstáculos ou contornando aqueles que não nos é possível suplantá-los. Os rios, apesar das dificuldades encontradas no seu trajeto, não recuam; mas, seguem o seu destino ultrapassando todas as dificuldades em direção ao seu objetivo: chegar ao oceano. Espalham vida por onde passam e murmuram uma canção exaltando gratidão ao Criador, por haver existido. Não se lamenta da sorte nunca e, ainda, carrega em seu colo irmãos menores que, sozinhos, seriam tragados pelo solo estorricado e mortos antes de abraçar o mar.

A natureza é cheia de exemplos de ousadia, de encorajamento, de perseverança e de abnegação. O certo é que as dificuldades não se mostram pequenas nem transitórias quando baixamos a cabeça. Mas, quando o nosso trajeto pelas sendas da vida se nos apresentam intransponíveis, buscamos forças em nosso Criador e, amparado em seu poder, sentimo-nos guiados em nossos passos, nossa cabeça se ergue e aclarados ficam nossos caminhos.

Recorrendo a mais um exemplo na natureza, podemos citar o fenômeno que ocorre na vida da soldanela: uma planta que se desenvolve nos Alpes. A soldanela vive coberta de pesados blocos de gelo. Gelo que lhe sufoca, mas ela não se deixa ser asfixiada por ele. A soldanela passa o verão, o inverno e o outono coberta de gelo. Muito gelo. Toneladas de gelo. Apesar disso, a soldanela não se esmorece, não se entrega, não se curva, não se abate. Mesmo coberta pela dureza do castigo, ela se mexe: lança pelos "poros" do gelo as suas raízes frágeis como fios capilares, até a superfície da camada gélida. Ela lança na direção da luz uma, duas, três, centenas, milhares de delgadas raízes, quase imperceptíveis e da luz tira energia e a condensa em seu caule. Essa energia se transforma em força mágica para explodir a massa gélida e romper o peso que lhe rouba a liberdade. E rompe mesmo todo aquele incômodo, de forma espetacular. Vencidos os óbices, na primavera, a soldanela desabrocha em flor das mais belas dos Alpes e a oferece ao seu Criador, agradecendo a existência que fora lhe concedida.

Há momentos que nos sentimos como a soldanela. Parece que toneladas de gelo do desânimo, da angústia, da tristeza e da desesperança estão pesando sobre os nossos ombros, achatando-nos, partindo-nos e transformando-nos em trapos inúteis. Sentimentos de dor, impiedosamente, ferem o nosso peito e machucam o nosso coração. O sorriso nos abandona, faltam-nos alegrias e sobram-nos tristezas. A vida perde o valor, o sorriso transforma-se em pranto, a alegria reverte-se em doída tristeza e as cortinas da solidão nos cobrem de angústia. Nesse estado, não conseguimos ver o colorido da vida, pois as sombras do sofrimento embotam o brilho de nossa existência.

Quando isso nos ocorre, temos que reagir tal qual a soldanela: lançar raízes de fé na direção dos céus, pois Deus nos socorre nesses instantes de angústia. A palavra do Pai diz que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8)”.

Meu caro(a) amigo(a), ore ao Senhor, diante da angústia e restabeleça o brilho de seus olhos, o seu símbolo de alegria, diga: "Senhor da minha retidão, responde-me quando clamo. Na angústia, dá-me alívio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1). Sim, meu caro(a), "para Deus nada é impossível (Lc 1.37). Deus opera o milagre, nos restaura e nos faz feliz para sempre, pois "operando eu, quem impedirá?... Diz o profeta Isaias, referindo-se ao poder de Deus. Creia nisso, segue com passos firmes, caminhando na direção do esplendor de Deus, pois quando viramos as costas para o resplendor da luz divina, só vemos sombras que nos cegam para o bem; porém, o mal fica reluzente diante de nós, querendo nos arrastar para o abismo do sofrimento.

Imita os rios nos seus passos e faça da vida um jardim cheio de soldanelas carregadas de flores perfumadas pelo hálito da bênção de Deus. Deixe exalar o perfume do amor, da fé e da esperança. Se não puder tirar as pedras de seu caminho, transponha-as, como fazem os rios. Enxugue as lágrimas e abra um sorriso como a soldanela o faz e transforme o seu rosto num espelho que reflita a pureza da alegria. Sorria, seja feliz!.


Wenceslau da Cunha
SORRIA, SEJA FELIZ!

Há pessoas que acham que o seu caminho é feito de pedras e sofre com isso. Na verdade, a vida não nos oferece caminhos acolchoados de algodão, pois em nossos passos pela estrada da vida não se colhem somente flores, há espinhos também que, por vezes, nos ferem e nos deixam marcas indeléveis.

Diante dos desafios temos que imitar os rios, irmos em frente passando por cima dos obstáculos ou contornando aqueles que não nos é possível suplantá-los. Os rios, apesar das dificuldades encontradas no seu trajeto, não recuam; mas, seguem o seu destino ultrapassando todas as dificuldades em direção ao seu objetivo: chegar ao oceano. Espalham vida por onde passam e murmuram uma canção exaltando gratidão ao Criador, por haver existido. Não se lamenta da sorte nunca e, ainda, carrega em seu colo irmãos menores que, sozinhos, seriam tragados pelo solo estorricado e mortos antes de abraçar o mar.

A natureza é cheia de exemplos de ousadia, de encorajamento, de perseverança e de abnegação. O certo é que as dificuldades não se mostram pequenas nem transitórias quando baixamos a cabeça. Mas, quando o nosso trajeto pelas sendas da vida se nos apresentam intransponíveis, buscamos forças em nosso Criador e, amparado em seu poder, sentimo-nos guiados em nossos passos, nossa cabeça se ergue e aclarados ficam nossos caminhos.

Recorrendo a mais um exemplo na natureza, podemos citar o fenômeno que ocorre na vida da soldanela: uma planta que se desenvolve nos Alpes. A soldanela vive coberta de pesados blocos de gelo. Gelo que lhe sufoca, mas ela não se deixa ser asfixiada por ele. A soldanela passa o verão, o inverno e o outono coberta de gelo. Muito gelo. Toneladas de gelo. Apesar disso, a soldanela não se esmorece, não se entrega, não se curva, não se abate. Mesmo coberta pela dureza do castigo, ela se mexe: lança pelos "poros" do gelo as suas raízes frágeis como fios capilares, até a superfície da camada gélida. Ela lança na direção da luz uma, duas, três, centenas, milhares de delgadas raízes, quase imperceptíveis e da luz tira energia e a condensa em seu caule. Essa energia se transforma em força mágica para explodir a massa gélida e romper o peso que lhe rouba a liberdade. E rompe mesmo todo aquele incômodo, de forma espetacular. Vencidos os óbices, na primavera, a soldanela desabrocha em flor das mais belas dos Alpes e a oferece ao seu Criador, agradecendo a existência que fora lhe concedida.

Há momentos que nos sentimos como a soldanela. Parece que toneladas de gelo do desânimo, da angústia, da tristeza e da desesperança estão pesando sobre os nossos ombros, achatando-nos, partindo-nos e transformando-nos em trapos inúteis. Sentimentos de dor, impiedosamente, ferem o nosso peito e machucam o nosso coração. O sorriso nos abandona, faltam-nos alegrias e sobram-nos tristezas. A vida perde o valor, o sorriso transforma-se em pranto, a alegria reverte-se em doída tristeza e as cortinas da solidão nos cobrem de angústia. Nesse estado, não conseguimos ver o colorido da vida, pois as sombras do sofrimento embotam o brilho de nossa existência.

Quando isso nos ocorre, temos que reagir tal qual a soldanela: lançar raízes de fé na direção dos céus, pois Deus nos socorre nesses instantes de angústia. A palavra do Pai diz que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8)”.

Meu caro(a) amigo(a), ore ao Senhor, diante da angústia e restabeleça o brilho de seus olhos, o seu símbolo de alegria, diga: "Senhor da minha retidão, responde-me quando clamo. Na angústia, dá-me alívio: tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1). Sim, meu caro(a), "para Deus nada é impossível (Lc 1.37). Deus opera o milagre, nos restaura e nos faz feliz para sempre, pois "operando eu, quem impedirá?... Diz o profeta Isaias, referindo-se ao poder de Deus. Creia nisso, segue com passos firmes, caminhando na direção do esplendor de Deus, pois quando viramos as costas para o resplendor da luz divina, só vemos sombras que nos cegam para o bem; porém, o mal fica reluzente diante de nós, querendo nos arrastar para o abismo do sofrimento.

Imita os rios nos seus passos e faça da vida um jardim cheio de soldanelas carregadas de flores perfumadas pelo hálito da bênção de Deus. Deixe exalar o perfume do amor, da fé e da esperança. Se não puder tirar as pedras de seu caminho, transponha-as, como fazem os rios. Enxugue as lágrimas e abra um sorriso como a soldanela o faz e transforme o seu rosto num espelho que reflita a pureza da alegria. Sorria, seja feliz!.


Wenceslau da Cunha